24 outubro 2014

Eu prometi que providencia-lo-ia, não?!

O dia de hoje, 24 de outubro de 2014, está marcado na história deste Blog. Compartilhei-o com uma amiga e, para a minha felicidade, este espaço lhe trouxe momentos de divertimento e até oportunidades de aperfeiçoar o seu português. Porém, Ficamos honrados em saber que o Blog está cumprindo o seu propósito que, além de ser um espaço em que temos a liberdade de postarmos nossos escritos, objetiva disseminar o bom português a todos que estiverem dispostos a recebe-lo. E, incrivelmente, nossa nova admiradora encontrou um erro de português em um de nossos textos, mesmo conosco achando que as chances disso fossem nulas – ou quase nulas.

No entanto, isso fez-me refletir sobre algo que sempre surge em minha mente quando escrevo um texto, seja para o Mesóclises Plausivelmente Inócuas, como para o meu Blog pessoal: para quem e por quê os escrevemos?

Falando por mim, afirmo que a maioria dos meus textos não possui um destinatário específico. Em muitas ocasiões, escrevi para libertar-me de pensamentos que insistiam em habitar a minha cabeça. Em outras, escrevi como uma forma de desabafar sobre os “dias ruins” da vida. Geralmente, quando escrevo, não penso “estou escrevendo para tal pessoa”, mas penso “estou escrevendo para mim mesmo”. É quase como um diário (e era esse o meu objetivo quando criei o meu blog pessoal – ter um diário), porém, aberto a todos os que quiserem lê-lo.

Porém, dessa vez, o texto que vos escrevo possui um(a) destinatário(a), e tenho certeza de que ele(a) o lerá logo. E aproveito esse texto para agradecer-te por essa nova amizade, recém criada. Foi bom estar com vocês no fim de semana passado, mas melhor ainda é poder colher frutos – amizades – dessa convivência. E falo isso mesmo depois de ser motivo de risadas, consequências de um mero balão estourado, que encharcou a minha roupa! :P



Que as amizades criadas naquele fim de semana sejam duradouras, e que o Blog continue exercendo seu papel, para o bem da humanidade. Obrigado por ler nossos textos, mesmo que eles sejam tão “no sense”, ou “meaningless” (que é a palavra certa pra isso), e que eles tenham erros de português!

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