O dia 18 de Julho de 2014 certamente permanecerá na memória destes que vos escrevem por uma infinidade de anos. Talvez nunca seja esquecido, aliás. Dia este que fora aguardado ansiosamente por muito tempo. O dia em que vimos, ao vivo, nossos ídolos da música evangelística - sim, e não Gospel, afinal, esse termo é meramente comercial, da Banda Resgate.
Depois de uma viagem deveras dificultosa, separados por alguns quilômetros e em carros diferentes, juntamo-nos todos no Shopping Neumarkt, para alimentarmo-nos e termos comunhão num breve período de espera pelo show vindouro. Após isso, seguimos até a Igreja Luterana de Blumenau, após termos ansiado por um passeio em meio aos túmulos e cadáveres do Cemitério. Fotos aqui, fotos acolá, tomamos assento nos carros da caravana e seguimos, com destino ao local do show.
Devidamente alimentados e nutridos, e após uma visita igualmente virtuosa à Livraria Catarinense, tomamos o nosso rumo ao aguardado show. A nossa chegada provou-se bastante antecipada, o que aumentou consideravelmente a ansiedade dos rapazolas aqui presentes e de seus amados amigos, cujas presenças abrilhantaram sobremodo o nosso dia. Foram quase duas horas entre a chegada ao colégio onde o show realizar-se-ia e o momento em que os músicos subiram ao palco.
Uma vez com os instrumentos na mão,
eles não nos decepcionaram. O Resgate tocou várias músicas clássicas de seu
repertório, que fazem parte do nosso dia-a-dia, como ‘5:50 AM’ e ‘Jack, Joe and
Nancy in the Mall’, além de outras que fazem parte da nossa vida musical na
igreja, como ‘Palavras’ e 'A Hora do Brasil'.
O mais importante, para a surpresa
dos simpáticos garotos que aqui escrevem, não se deu na música, mas sem ela.
Todos os membros mostraram simpatia ao conversar conosco, disporem-se a tirar
fotos e até mesmo pedir um autógrafo para o Robson. Um exemplo de humildade:
pessoas mais simples que nós, com sucesso incon(tes)tavelmente maior.
Ainda depois do show, tivemos a
oportunidade de saborear mais um lanche antes da volta para casa, já na calada
da noite. Fica a certeza: voltamos de barriga cheia e coração ainda mais cheio
pelo que vimos e ouvimos. Apesar de o Deds ter se acometido de uma enfermidade e
de o Vini já ter sido testemunha de outros shows de bandas que admira, o dia 18
marca-nos o coração. Certamente, lembrar-nos-emos!
